Bar ou Academia

25 10 2007

Recebi essa por e-mail hj…. Mereceu um post!

BAR OU ACADEMIA?

Porque será que
é mais fácil freqüentar um bar do que uma academia?
Para resolver esse grande dilema, foi necessário freqüentar os dois
(o bar e academia) por uma semana.

Vejam o resultado desta importante pesquisa:

Vantagem numérica:
- Existem mais bares do que academias. Logo, é mais fácil encontrar um bar no seu caminho. 1×0 pro bar.

Ambiente:
- No bar, todo mundo está alegre. É o lugar onde a dureza do dia-a-dia
amolece no primeiro gole de cerveja. Na academia, todo mundo fica suando, carregando peso, bufando e fazendo cara feia. 2×0.

Amizade simples e sincera:
- No bar, ninguém fica reparando se você está usando o tênis da moda.
Os companheiros do bar Só reparam se o seu copo está cheio ou vazio.
3×0.

Compaixão:
- Você já ganhou alguma ’saideira’ na academia? Alguém já te
deu uma semana de ginástica de graça? No bar, com certeza, você já ganhou uma cerveja ‘na faixa’. 4×0.

Liberdade:
- Você pode fumar na academia? 5×0.

Libertinagem e democracia:
- No bar, você pode dividir um banco com outra pessoa do sexo oposto, ou do mesmo sexo, o problema é seu… Na academia, você não pode dividir um aparelho. 6×0.

Saúde:
- Você já viu um ‘ barista’ (freqüentador de bar) com pedra no rim?
7×0.

Saudosismo:
- Alguém já tocou a sua música preferida na academia, inclusive ‘aquela’ que você pede ‘n’ vezes quando está tentando ‘afogar’ o fora que levou?
8×0.

Emoção:
- Onde você comemora a vitória do seu time? No bar ou na academia?
9×0.

Memória:
- Você já aprontou algo na academia digno de contar para os seus netos?
E no bar? 10×0 pro bar !!!

ENTÃO VAMOS PRO BAR!!!

Mas atenção:

Se for dirigir, não beba. Se for beber, ME CHAME PELO AMOR DE DEUS !!!





Sábado no Outback!

22 10 2007

Pois é… Tinha tudo pra ser mais um daqueles sábados deprimentes pelos quais tenho passado ultimamente, ficando em casa e assistindo televisão…

Mas, uma ligação de um amigo (Aguiar, sinta-se citado agora!) acabou com esse prognóstico, e eu acabei o dia de sábado no Outback do Center Norte…

Foram momentos engraçadíssimos, reencontrei a Fernanda e o Clayton, que eu não via há algum tempo…

Contamos nossas novidades, dividimos nossas idéias e demos muita risada…

Sabe como é… Pra que falar sério, quando temos a companhia de amigos queridos, em um lugar agradável e com uma comida maravilhosa…

Me faz ter saudades de quando esses encontros eram mais freqüentes…

Lá vem o saudosismo… hehehe

Bom, pra terminar, segue um trecho de uma coluna do Paulo Coelho, qwue eu li hoje:

Deixo, portanto, Kahlil Gibran descrever, com sua maestria única, este sentimento (adaptei por causa do tamanho da coluna):

“O seu amigo é o campo onde você semeia com amor, e colhe com agradecimento. É o seu lar, e a sua mesa”.

“Quando ele estiver calado, saiba que mesmo assim os dois corações continuam conversando”.

“Quando tiver que separar-se dele, não sofra. Porque verá melhor a importância da amizade por causa desta ausência, da mesma maneira que um montanhista vê melhor a paisagem a sua volta distante da planície”.

“Que o que tiver de melhor, possa dividir com seu amigo”.

“Permita que ele conheça e participe não apenas dos seus momentos de alegria, mas também dos momentos de tristeza”.

“E saiba que um amigo não está ao seu lado para ajudar a matar o tempo, e sim para ajudá-lo a viver em toda sua plenitude”.

Obrigado amigos…

Um grande abraço…





Horário de Verão!

18 10 2007

Olá!!!

Parece até um pouco tarde pra falar sobre esse assunto, mas lá vai…

Essa semana começou o “bendito” Horário de Verão

E, pra variar um pouco, (re)começam todas aquelas conversas que temos de ouvir todos os anos, sobre se “O Horário de Verão realmente ajuda na economia de energia?…”, ou “Devido ao Horário novo, o número de crimes que ocorre pela manha aumentou, pois os trabalhadores saem de casa mais cedo, enquanto ainda está escuro…” e outras do mesmo nível…

Bom, pensando um pouco sobre o assunto, e olhando pra outros países, percebe-se que essa idéia num é original do Brasil, e nem é só adotada por aqui…

A grande diferença entre o nosso “Horário de Verão” e os “Daylight Savin“’s da vida é que lá fora (nos EUA e Canadá, por exemplo) a data de início e término desses horários é padrão… Salvo engano, o Horário de Verão lá fora começa SEMPRE no mesmo dia e termina SEMPRE no mesmo dia todos os anos…

Aqui, quem decide o início e o término deve ser o Walter Mercado, a Mão Dinah ou qqer outro vidente que esteja disponível…

Bom, na minha humilde (e, de repente insignificante, opinião) O Horário de Verão é, por falta de termo melhor: SHOW DE BOLA…

Saio do trabalho e vou pra faculdade, ainda está de dia… Dá um tempo maior pra apreciar um dos momentos mais bonitos do dia-a-dia, o pôr-do-sol (quantas palavras compostas na mesma frase, não?), e isso só já deveria valer a pena…

Sei lá bem se realmente a economia de energia é tão significativa…. Mesmo porque, se pensarmos por um outro lado, nesse período acontecem as férias, época do ano na qual as emissoras de tevê evitam fazer lançamentos de novos programas, por causa da baixa audiência implícita… Se juntarmos essas duas informações, poderíamos afirmar que mais férias durante o ano diminuiria o consumo final de energia…

Mas aí, meio que se cai no conceito de lógica do queijo suíço:

  • O queijo suíço é cheio de buracos;
  • Onde há buracos, não há queijo;
  • Quanto mais queijo, mais buracos, logo:
  • Quanto mais queijo, menos queijo…

O importante é que o Horário de Verão tá aí, e eu (só D’us sabe porque) não tive dificuldade nenhuma em me adaptar a ele… Podia ser pior…

É… coisas da vida… hehehe

Abraços, e até o próximo…





To the Moon

9 10 2007

Olá…

As pessoas que me conhecem um pouco, sabem que eu gosto de História… Geral, específica, política, curiosa, culturalmente inútil (aquelas pequenas coisas que hoje são tão normais, mas que tem uma origem bem diferente), e por aí vai…

As pessoas que me conhecem um pouco mais, sabem que eu adoro assistir televisão, e seus seriados e documentários e coisas afins…

As pessoas que me conhecem um pouco mais ainda, sabem que no século XX, existem dois trechos pelos quais eu sou especialmente interessado…

A Segunda Guerra Mundial e a Corrida Espacial…

Este post é pra falar um pouco de cada uma das coisas que eu disse antes…

Sobre a Segunda Guerra, não sei bem explicar o motivo… Talvez a minha afinidade com o povo judeu (e sua cultura maravilhosa), talvez o fato de não acreditar que hajam, num mesmo período da humanidade, grupos de pessoas tão díspares, como os torturadores e os aliados… Não que os Aliados tenham sido santos, ou que os que eu chamo aqui de torturadores estivessem totalmente errados (principalmente de acordo com seu – deles – ponto de vista). Afinal de contas, a História é escrita por quem ganha…

Mas, com relação à Corrida Especial, imagino que tenha muito a ver com meu gosto por Ficção Científica… A boa ficção, aquela que de tão baseada em ciência, cria idéias de coisas que, com o passar dos anos, acabam se tornando realidade…

Minha série de ficção científica favorita é Star Trek (Jornada nas Estrelas), que de tão inovadora, introduziu na década de 60 a idéia de cubos de dados que poderiam guardar informação e ser lidos por computadores… O que hoje nem se usa mais, os benditos disquetes!

Injeção sem agulha (já em uso para insulina), exames internos nos pacientes efetuados por computador (aparelhos de ressonância) e por aí vai…

Essa séria também é uma das “culpadas” pelo meu interesse em computadores… Mas isso é outra história…

Assisti hoje ao primeiro episódio de uma série que passou há alguns anos na HBO… Chama-se From the Earth to the Moon (Da Terra à Lua)…

E fala justamente da corrida espacial…

Muito bom o episódio, não vejo a hora de assistir aos outros…

Recomendadísimo… Pra quem quiser entender um pouco melhor essa história maravilhosa…

Recomendo ainda “Os Eleitos” e “Apollo 13″… Muito bons mesmo!

E, pra terminar, fico aqui com as palavras do presidente John F. Kennedy, em um de seus discursos (que eu só pude ver na íntegra graças ao YouTube):

We choose to go to the moon in this decade, and do the other things, not because they are easy… But because they are hard!

Fui!





Aniversário…

2 10 2007

Era dia 01/10/2001… Tantos “uns” num dia só deveriam significar alguma coisa…

Nesse caso específico, significavam o inicio de uma nova jornada…

Nesse dia, começava o processo de criação da empresa em que eu trabalho até hoje…

Alguns meses antes, em julho daquele mesmo ano, desenvolvi a parte de programação (que correspondia a cerca de 70% do todo) de um site pequeno, para uma empresa próxima de casa. Uma contabilidade…

O futuro dono do site o adorou, e viu ali uma oportunidade a ser explorada…

Decidiu abrir uma empresa, que deveria desenvolver esse produto para que ele se tornasse uma ferramenta que seria utilizada por diversos escritórios… Nesse ponto, isso ainda era meio que um sonho…

Três meses depois, estava eu, no dia informado acima… A data em que meu “filho” nasceu…
Essa data marca o dia em que comecei realmente a trabalhar nessa nova empresa…

Nosso projeto demorou quase 1 ano para se tornar utilizável, e em Setembro de 2002 site dessa contabilidade passou a usar nosso produto…

Em outubro de 2002, veio o primeiro cliente, e depois muitos outros…

Quem trabalha com software sabe que essa relação de parternidade realmente existe… É assim que eu me sinto…

D’us… O tempo passa…

Muita gente legal já passou por lá… Algumas pessoas não tão legais também… É a vida…

Hoje, esse meu “filho” atende a clientes em quase todos os estados do Brasil, contabilidades dos mais diversos tamanhos e das mais diversas realidades…

Esse é o “meu garoto”… Agora, com um projeto de se tornar, de alguma forma, um produto internacional…

Não posso contar muito, pois nem eu mesmo tenho a nítida noção do que virá…

Seis anos e trinta e seis quilos depois, estou eu hoje aqui, escrevendo um pouco da história da empresa que ajudei a criar…

Bom é isso… Aniversário de empresa… Será que existe isso mesmo?

Abraços!





Crônica do Amor, de Arnaldo Jabor

1 10 2007

“Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.
O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão.
O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.
Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano.
Isso são só referenciais.
Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.
Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.
Você ama aquela petulante.
Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.
Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam.
Então?
Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você.
Isso tem nome.
Você ama aquele cafajeste.
Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário.
Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha.
Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.
Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga.
Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas.
Por que você ama este cara?
Não pergunte pra mim; você é inteligente.
Lê livros, revistas, jornais.
Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.
É bonita.
Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar.
Independente, emprego fixo, bom saldo no banco.
Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.
Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo.
Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?
Ah, o amor, essa raposa.
Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.
Não funciona assim.
Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC.
Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.
Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!
Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é!
Pense nisso.
Pedir é a maneira mais eficaz de merecer.
É a contingência maior de quem precisa.”